O Santander acaba de fechar um contrato de cinco anos com a IBM, pelo valor total de US$ 700 milhões.

O acordo inclui outsourcing, além do uso do software de inteligência artificial Watson para auxiliar os funcionários das agências. Ferramentas de devops e segurança também estão na lista.

LEIA TAMBÉM

A humilde meta comunicada pelas empresas em nota é construir “a arquitetura de TI mais avançada do setor financeiro”.

O Santander criou um centro de competências cloud, com o objetivo de criar um ambiente de TI híbrido e multi cloud.

A IBM anda em boa fase quando o assunto são bancos.

Recentemente, fechou um contrato similar de US$ 540 milhões com o Nordea Bank, um banco finlandês com atuação em toda a região nórdica da Europa.

Em 2017, o inglês Lloyds Bank fechou outro grande negócio, por um período de 10 anos.

O contrato certamente terá repercussão no Brasil, onde o Santander é o sexto maior banco no mercado e tem uma infraestrutura e TI respeitável.

Em 2015, o Santander anunciou que o recém inaugurado data center em Campinas estava atendendo toda a operação.

O data center de Campinas tem 800 mil metros quadrados e é parte de uma rede de cinco centros de dados mundiais que o banco conta ao redor do globo. 

Os outros centros ficam no México, Reino Unido e Espanha, onde existem duas estruturas.

O novo centro consumiu um investimento de R$ 1,1 bilhão, e, segundo o banco era na época o primeiro a ser certificado Tier 4 na América Latina.

Toda a infra não impediu um grande “apagão” na área de tecnologia no ano passado, quando ficaram fora do ar o uso de cartões de débito e crédito, do internet banking e do aplicativo da instituição. 

Procurado, o banco disse na época que devido a uma “oscilação elétrica alguns serviços do banco ficaram indisponíveis”.

Leia também

Defesa Civil notifica empresa de farinha sobre áreas atingidas por incêndio que devem ser demolidas

LEIA TAMBÉM Defesa Civil notifica empresa de farinha sobre áreas atingidas por incêndio qu…