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Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Hortolândia — Foto: Fernando Evans/G1

O Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Hortolândia (SP) é a primeira unidade prisional da região de Campinas a realizar testagem em massa para detecção da Covid-19.

A ação está prevista para começar nesta quinta-feira (23) e integra a primeira fase de um programa conjunto da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) com outros órgãos do governo paulista para testagem em populações vulneráveis, que incluem as pessoas privadas de liberdade.

Depois do CPP de Hortolândia, outras unidades do complexo penitenciário na cidade, além de unidades em Campinas (SP) e Americana (SP) devem receber os testes ainda nesta primeira fase. As datas, entretanto, não foram confirmadas.

Um balanço divulgado pelo G1 no início de julho mostra que na soma de presos e funcionários são pelo menos 122 casos de Covid-19 nas unidades da região, entre confirmados por exame PCR, testes rápidos e sintomáticos suspeitos. Um servidor de 59 anos, que atuava na Penitenciária III de Hortolândia (SP), morreu em junho com a doença.

A ação ocorre após um projeto piloto realizado em junho na Penitenciária II de Sorocaba (SP) com testes rápidos, que identificam a presença de anticorpos no organismo testado, e será estendida a outras 26 unidades de todo o Estado.

De acordo com a SAP, os presos com resultado positivo no teste rápido terão coletado material para análise laboratorial do teste RT-PCR (que detecta a presença de vírus no organismo).

Segundo o último balanço da pasta, datado de terça-feira (21), o CPP de Hortolândia, que tem capacidade para 1.125 presos, apresenta uma população de 1.591 pessoas.

Formas erradas e corretas de usar máscara de proteção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1

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