O Diagnóstico Social da Infância e Juventude da Cidade de Hortolândia, em realização pela Prefeitura de Hortolândia e pelo CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente), entra em nova fase, a partir de agora. O projeto visa detectar especificidades, necessidades e potenciais do município para, com base nelas, contribuir com a formulação e execução de políticas públicas para o segmento. Para a elaboração do diagnóstico, o CMDCA conta com o apoio do Instituto CPFL, por meio de doação ao FUMCRIA (Fundo Municipal da Criança e Adolescente).

Segundo a Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, a Associação dos Pesquisadores do NECA (Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre a Criança e o Adolescente), sediada na cidade de São Paulo, é a responsável pelo processo de construção do diagnóstico. O trabalho deve ser concluído em outubro deste ano.

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Nesta nova etapa, representantes da área educacional, já contatados, participarão de uma entrevista. Neste grupo estão sete escolas infantis, duas do Ensino Fundamental, além de oito escolas participantes do programa Bolsa Creche da Administração Municipal e quatro da EJA (Educação de Jovens Adultos).

Cerca de 70 pessoas que integram a Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente, além de representantes da sociedade civil, participaram da ação, iniciada no dia dois deste mês. De acordo com a Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, todo processo de execução do plano de trabalho é realizado de forma remota, em reuniões virtuais, usando a tecnologia disponível para manter a segurança sanitária e evitar a disseminação do Coronavírus.

“Tudo é realizado de maneira virtual, para evitar a disseminação do Coronavírus. Já foram ouvidos profissionais da Secretaria de Inclusão e Desenvolvimento Social, na primeira etapa. Agora, estamos preparando mais uma etapa, com nossos educadores. Após a realização dela, entraremos em contato com os profissionais da saúde do município. Crianças e adolescentes que fazem parte das ONGs da cidade relacionadas à proteção infantil também participarão. Com a integração de todos, temos o objetivo de atingir o diagnóstico e melhorar cada vez mais nossos programas de assistencialismo, bem como captar as especificidades, necessidades e potenciais do município para, a partir dessa análise, auxiliar na formulação e execução de políticas públicas para esta faixa etária”, explica Átila Paz, presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente de Hortolândia.

“A participação de todos é fundamental para a construção destes diagnósticos e construirmos mais programas que ajudem nossas crianças e adolescentes. Elas são o futuro e devem estar amparadas e protegidas. Com a ajuda de todos, vamos aprimorar e realizar cada vez mais programas para a nossa juventude”, explica o secretário de Inclusão e Desenvolvimento Social, Régis Athanázio Bueno.

“Hortolândia avançou muito nas suas políticas públicas com a criação do Comitê e com a possibilidade de realizar esse diagnóstico. Nós estamos envolvendo todas as nossas escolas. Capacitar os nossos gestores é essencial para que estejam preparados para realizar o trabalho de acolhimento e entender as necessidades e particularidades dos nossos alunos. Esse é um passo concreto para a Educação da cidade ficar cada dia melhor”, analisa a secretária de Educação, Ciência e Tecnologia Sandra Fagundes Freire

Fonte: Prefeitura de Hortolândia

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