Nova Banda: repertório de Tom Jobim no palco do Sesc Ribeirão. (Bárbara Malvar / Divulgação)

Hoje à noite, os fãs do cantor e compositor Tom Jobim terão um momento de nostalgia no Sesc Ribeirão Preto. Formada por Paulo Jobim (voz e violão), Daniel Jobim (voz e piano), Jacques Morelenbaum (violoncelo) e Paulo Braga (bateria), a Nova Banda recria a sonoridade idealizada por Jobim em 1984 e registrada em discos como “Passarim” e “Antônio Brasileiro”.   

Entre o repertório dos álbuns, não faltará as músicas “Corcovado”, “Chega de Saudade”, “Falando de Amor”, “Desafinado”, “Wave” e “Garota de Ipanema”, além de canções menos conhecidas do artista.  

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Em quarteto novamente há três anos, o grupo tem como objetivo passar o profundo amor pela obra vasta de Tom Jobim, com sentido de criar mais beleza em um mundo conturbado e materialista.   

“Tom está sempre presente, na forma de sua música. E ter compartilhado pessoalmente com ele, por tanto tempo, essa música tão significativa e histórica, dá-nos por um lado a sensação de responsabilidade de difundi-la da forma mais fiel possível ao pensamento musical do maestro, já que sua obra é uma das mais regravadas e reinterpretadas por incontáveis artistas em todo o mundo”, comenta o violoncelista Jaques Morelenbaum, 64 anos.

História 

A banda surgiu após a morte de Vinícius de Moraes, em 1984, quando Tom passou alguns anos sem tocar. Aceitando o convite do maestro austríaco Peter Guth para fazer uma turnê na Europa, reuniu uma banda formada por seu filho Paulo, seu afilhado Danilo Caymmi (voz e flauta), sua mulher Ana Jobim (voz), sua filha Elizabeth Jobim (voz), Simone Caymmi (voz), Tião Neto (contrabaixo) e Paulo Braga (bateria), com quem gravou o disco “Tom e Elis”.  

Com a volta ao Brasil, decidiu aumentar o número de integrantes, convidando Maucha Adnet e Paula Morelenbaum, do grupo vocal Céu da Boca. Após um concerto com esta formação no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Jobim recrutou o violoncelista Jaques Morelenbaum para estrear com dois concertos no Carnegie Hall, em Nova York, no ano de 1985.  

Na sequência da entrada dos novos componentes da banda, Tom foi convidado pela gravadora Polygram para gravar o álbum “Passarim”, produzido pelo violoncelista e Paulo Jobim. Em seguida, gravou o álbum duplo “Inédito”, que foi lançado publicamente no início dos anos 1990. Compôs na mesma época a trilha sonora da série televisiva “O Tempo e o Vento”.  

Seguiram-se dez anos de atividades, incluindo inúmeras turnês e apresentações em palcos no mundo todo, além de gravações de trilhas para filmes, novelas, e “especiais” para TV, culminando com a gravação do álbum “Antônio Brasileiro”, vencedor de um Grammy.   

(Bruna Zanatto, com supervisão de Angelo Davanço)

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