André Luiz Almeida, da AGU(foto: Bernardo Bittar/CB/D.A Press)
André Luiz Almeida, da AGU (foto: Bernardo Bittar/CB/D.A Press)

 

O juiz federal João Miguel Coelho deferiu pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para quebra de sigilo telefônico de funcionários da Vale do Rio Doce. A ideia é rastrear os números de quem trabalha na barragem de Brumadinho (MG) para facilitar a busca por desaparecidos. Até agora, mais de 30 corpos foram encontrados na região. 
Outra medida implementada às pressas foi a federalização das investigações, que agora serão conduzidas pela Polícia Federal (PF). O motivo é que a área atingida pelos rejeitos da barragem deságua no Rio São Francisco, que pode ser contaminado. “O São Francisco passa por vários estados brasileiros, o problema é uma epidemia”, conta uma fonte da PF.
Também por influência da corporação, a perícia só vai começar depois que as vítimas forem identificadas.

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