Cozinheiras escolares, que atuam na rede municipal de Hortolândia, passam por formação que, além de conteúdos específicos da função, enfoca também cuidados com a COVID-19. Os encontros acontecem até o dia 29 deste mês, de maneira mista, mesclando atividades remotas e presenciais, realizadas em dois espaços: a Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Marleciene Priscila Presta Bonfim e o Centro de Formação dos Profissionais em Educação “Paulo Freire”, ambos no Remanso Campineiro. A medida, que respeita o isolamento social, visa colaborar para conter a disseminação do Coronavírus no município.

Segundo o Departamento de Segurança Alimentar, participam do treinamento 168 cozinheiras da empresa RC Nutri, parceira da Prefeitura de Hortolândia. Entre os temas enfocados estão: boas práticas de manipulação de alimentos, inteligência emocional, relacionamento interpessoal, COVID-19 e cuidados com a doença. A iniciativa da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia busca oferecer às cozinheiras escolares uma formação generalista, que extrapole a dimensão profissional.

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As recomendações seguem as orientações gerais do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). “Quisemos oferecer uma formação mais generalista, mais ampla que as anteriormente oferecidas, com informações que servem tanto para o ambiente de trabalho quanto para a vida. Foi mostrada a origem da COVID-19, bem como recomendações sanitárias gerais, mas ainda não foi falado nada específico sobre o retorno às aulas”, esclareceu a diretora de Segurança Alimentar, Alessandra Sarto.

“A alimentação escolar na educação de Hortolândia é um fator pedagógico. Não trabalhamos somente dentro de uma perspectiva da alimentação nutricional, mas como um fator de aprendizagem, de que a criança entenda a importância do alimento, que faça parte de sua dinâmica de aprendizagem. Ter essa formação com os profissionais é importante para eles entenderem os aspectos que envolvem a escola, a importância da qualidade da alimentação escolar, considerando que são crianças que, muitas vezes, vem de recortes de vulnerabilidade. O poder público não pode, de forma alguma, ser irresponsável em ofertar e garantir aquilo que preconiza a legislação para a sua proteção integral da criança — e a alimentação é fundamental. Por isso, essa formação tem um grau de importância não só para os profissionais que estão lá fazendo e cuidam diretamente do manuseio, do preparo, mas também para a rede como um todo porque reflete no dia a dia da educação hortolandense”, afirmou o secretário de Educação, Ciência e Tecnologia, Fernando Gomes de Moraes.

Fonte: Prefeitura de Hortolândia

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