O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta quinta-feira (13/02/2020), que caso o Congresso Nacional venha a aprovar o aborto, ele vetará o dispositivo. A declaração foi feita durante transmissão ao vivo nas redes sociais.

“Eu não concordo com o aborto. Se um dia o Parlamento aprovar, eu acho difícil, mas a gente veta. E se o Parlamento derrubar o veto, é outra história, mas a gente faz o que for possível para defender a família e a vida desde o seu princípio”, disse o presidente.

Abertamente contrário à legalização do aborto, Bolsonaro ainda criticou a gestão de Fernando Haddad, na época em que o petista foi titular do Ministério da Educação (MEC).

“A nossa pauta [a favor da família] começou lá atrás, em 2010, quando o ministro Haddad, da Educação, queria ali… Deixa eu pensar nas palavras para não ser processado… Queria ensinar besteira para a criançada, coisa que os pais não admitiam. Então, nós jogamos pesado em 2010 e eu tomei conhecimento daquele material esquisito que não era compatível com a idade das crianças. A partir de 18 anos, fiquem à vontade e façam o que bem entender. Tínhamos esta pauta e nunca neguei que sou cristão e defendo a criança, a família”, declarou.

Bolsonaro se referia ao chamado “kit gay“, como líderes conservadores chamaram parte do projeto Escola sem Homofobia do governo federal. O material, sobre tolerância com a diversidade, era voltado à formação de educadores e não tinha previsão de distribuição para alunos. O programa não chegou a ser colocado em prática.

O kit era composto de um caderno, uma série de seis boletins, cartaz, cartas de apresentação para os gestores e educadores e três vídeos.

Fonte: Metropoles

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