Nesta quarta-feira (12/02/2020), a frigideira do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, chiou sobre a chama alta. Isso porque depois de sofrer uma série de reveses no governo federal, chegando a perder a função de articulador do Planalto no Congresso Nacional, Onyx está a um passo de ser preterido no cargo em favor do general Walter Souza Braga Netto.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já teria indicado Braga Netto – famoso depois de ser indicado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB) para comandar a intervenção federal no Rio de Janeiro – para assumir a Casa Civil.

Onyx seria deslocado para o Ministério da Cidadania, de onde sairia Osmar Terra – que caiu na lista negra do presidente por ter contratado uma empresa de informática que, segundo a Polícia Federal, foi usada para desviar R$ 50 milhões dos cofres públicos entre 2016 e 2018.

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E, nesta quarta, terminou em tumulto e ameaças de agressão a audiência pública destinada a ouvir o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, sobre a PEC nº 199/2019, que trata da execução de pena após a condenação em segunda instância.

A confusão começou após a fala do deputado Glauber Braga (PSol-RJ), que acusou o ministro de proteger milicianos usando a Polícia Federal. Braga chamou Moro de “covarde”, “capanga da milícia” e “capanga da família Bolsonaro”.

Moro, por sua vez, retrucou e disse que o deputado era “desqualificado” para a função.

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Fonte: Metropoles

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