De São Paulo – Antes de qualquer ligação, Silvia Ferreira Gonçalves, cunhada de Mateus dos Santos Costa, 23 anos, recebeu um vídeo do jovem caído, desacordado e machucado. Ele é uma das nove vítimas que morreram pisoteadas em uma viela da favela Paraisópolis, em São Paulo, nesse domingo (1º/12/2019), após ação da Polícia Militar em um baile funk.

A família não sabia que o jovem, que vendia produtos de limpeza, estava no baile. “Era um menino tranquilo. Se ele fosse errado, torto, eu não ia negar. Ele só foi para lá porque em Carapicuíba [municipio da região metropolitana de Sao Paulo, onde morava sozinho] não tem opção de lazer”, diz Silvia, que critica a ação da PM.

À mercê da polícia
“Eles não deveriam ter entrado daquele jeito. Tem vídeos que mostram eles entrando atirando”, ela reclama, antes de contar que o rapaz costumava frequentar o baile.

Mateus havia ido com amigos, dos quais uma sobrinha, mas não conseguiu fugir do encurralamento que o deixou à mercê da polícia no beco.

Fonte: Metrópoles

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