Índice indica que a cidade receberá mais recursos do ICMS distribuídos pelo governo estadual

Hortolândia deverá receber mais recursos do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do governo estadual em 2019. Esse aumento indica a retomada econômica da cidade. A previsão é da Secretaria de Finanças feita com base no Índice de Participação dos Municípios (IPM) de Hortolândia. De acordo com a Secretaria de Finanças, o IPM previsto para 2019 deverá crescer 4,91% em comparação ao deste ano. De acordo com a Secretaria de Finanças, neste ano a previsão do repasse de ICMS para o município é de R$ 200 milhões. Se o índice fosse aplicado, o valor aumentaria em cerca de R$ 10 milhões. O índice indica o valor de recursos arrecadados com o ICMS que a cidade receberá do Estado. De acordo com a Secretaria de Finanças, a estimativa para 2019 é em torno de R$ 220 milhões. O repasse é feito aos 645 municípios paulistas. O Estado fica com 75% do valor total arrecadado com o ICMS e os municípios ficam com 25%.

Para o secretário de Finanças, Pedro Galindo, esse crescimento mostra a retomada econômica do município e, consequentemente, a retomada da geração de empregos e renda. “Com esse crescimento no início da Administração do prefeito Angelo Perugini, podemos enxergar a retomada da confiança das empresas fixadas no município. Com isso, elas passam a desfrutar de um ambiente de negócio novo, seguro e próspero”, destaca. A Prefeitura investe os recursos do ICMS em obras e serviços para melhorar a vida da população.

O IPM é calculado com base em alguns itens do município. O principal item levado em conta é o Valor Adicionado. O secretário Pedro Galindo explica que o Valor Adicionado é a diferença entre as receitas e as despesas que as indústrias fixadas na cidade tiveram em suas produções. “O Valor Adicionado representa em torno de 75% na fórmula para o cálculo do índice”, salienta.

Pedro Galindo ressalta que tão importante quanto o aumento do IPM é o crescimento de 12,96% do Valor Adicionado do município entre 2017 e 2016. Em 2017, o Valor Adicionado de Hortolândia foi de R$ 7.549.808.384,00. Já em 2016 foi de R$ 6.683.499.108,00. O IPM do município previsto para este ano teve queda em torno de 8%. Em 2016, o valor do ICMS do município foi de cerca de R$ 214 milhões. Em 2017 foi de cerca de R$ 209 milhões.

Pedro Galindo atribui esse aumento no índice a duas ações que a Prefeitura tem realizado. A primeira é a retomada da política de atração de empresas para o munícipio. A outra é a intensificação no acompanhamento, por parte da Prefeitura, do faturamento das empresas.

A secretária de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Monique Freschet, ressalta que o crescimento de 12,96% do Valor Adicionado entre 2017 e 2016 representa a elevação de empregos de qualidade e de riqueza da cidade por meio da melhora da capacidade produtiva. Monique ainda avalia que esse crescimento mostra que o município se consolida como uma economia madura, capaz de dar respostas concretas em cenários de crise econômica nacional.

“O Valor Adicionado é o termômetro que temos para avaliar se a produção local vem crescendo com qualidade e competitividade. Mais do que produzir em quantidade, quando a indústria vende produtos mais sofisticados e com maior valor agregado, temos uma economia mais sólida e vantajosa, com a possibilidade de geração de novos postos de trabalho e continuidade no seu crescimento mesmo em momentos de dificuldade”, ressalta a secretária. Monique ainda destaca que com o aumento do índice, a cidade também amplia a possibilidade de atrair novos investimentos.

RETOMADA DO DESENVOLVIMENTO

A retomada do desenvolvimento econômico e social de Hortolândia está entre as prioridades do prefeito Angelo Perugini. 

Para isso, a Administração Municipal tem conta com recursos de cerca de R$ 300 milhões para investir em obras de infraestrutura e mobilidade urbana, que vão ampliar a qualidade de vida da população e gerar mais emprego e renda. Os recursos são fruto de parcerias com os setores público e privado.

Fonte: Prefeitura de Hortolândia

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